Agradecimento pelos votos recebidos

Prezado filiado,

Encerrado o processo eleitoral, vimos a você, que nos honrou com o seu voto, agradecer o apoio e confiança, mas também convidar aqueles que não votaram a se juntarem à nossa proposta do movimento SINAL DE MUDANÇA, capitaneado por chapa das praças de Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, que tem o objetivo de alterar substancialmente o formato do sindicato, tornando-o moderno e efetivamente ligado aos interesses dos filiados.

Renovamos nosso compromisso com cada linha do nosso programa, com cada proposta, e com cada um dos filiados do sindicato, seguindo o propósito de união que defendemos em nossa campanha.

Tanto assim que nosso maior desafio é recuperar a unidade, a coesão, a confiança e perseguir com energia os resultados que a categoria almeja e manter contato estreito com todos para podermos sempre identificar quais são as posições que nos delegam assumir, as lutas que deveremos travar.

Lutaremos por promover participação da maior parcela possível dos filiados, para que sejamos seus representantes de fato. Obrigado pelo voto de confiança!

tabela 1

Muda Sinal! – São Paulo

Novo Sinal – Rio de Janeiro

Representatividade e Modernização Sindical – Brasília

Quer ver no detalhe o resultado das eleições. Clique aqui.

COMPROMISSO SINDICAL

Em época eleitoral em sindicato, entre outras, aflora toda nossa subjetividade, trazendo todas razões de voto de cada um. Isso pertence ao foro íntimo de cada pessoa e respeitamos.

Cabe às chapas unificadas em torno do Programa Unidade Nacional manifestar, para conforto dos eleitores, a posição de compromisso sindical:

  1. O sindicato precisa ser plural. Nele cabem todas as posições ideológicas, entre outras diversidades da nossa sociedade. Respeito à diversidade – étnica, opções sexuais, escolhas partidárias políticas, origem de locais etc., é, pois, um princípio.
  • A aceitação da diversidade, além de princípio, atende às necessidades estratégicas da entidade. As adversidades a serem enfrentadas em nossa caminhada são muitas. Para vencê-las precisaremos unir todos nós. A busca da unidade, observadas as práticas democráticas, deve ser objetivo permanente.
  • Como pluralidade, e constante no estatuto do Sinal, ele é apartidário. Ser apartidário significa também que a direção sindical deve agir dentro dessa compreensão. Seremos, se merecedores do seu voto, apartidários em nossa conduta de dirigentes.
  • Defenderemos firmemente os interesses dos servidores do Banco Central em relação a quem quer que seja e observaremos o processo democrático em nossas deliberações de categoria.
  • Tenhamos uma convivência sem ódio e sem rancores. Respeitadas as diferenças, unamo-nos pelos propósitos que nos são comuns.

Que tenhamos um processo eleitoral edificante e compatível com a grandeza de sermos servidores do Banco Central. Dispomo-nos a ser capazes de bem representá-los.

É o nosso Compromisso Sindical.

Chapas:

Muda Sinal! – São Paulo

Novo Sinal – Rio de Janeiro

Representatividade e Modernização Sindical – Brasília

Eleições Sinal-2021

Cumprimento garantido do Programa

Veja a diferença. Não há lugar para o sozinho. Não são críveis compromissos e promessas de campanha eleitoral isolados, numa Entidade que é Nacional.

Experimentamos essa cruel realidade, e com base nela, compusemos um estratégico processo de formação de chapa. Estão unidas numa proposta única chapas das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Juntas, as três regionais já são maioria de votos no Conselho Nacional do Sindicato, 9 em 16 e ainda poderão contar com a simpatia e concordância de outras regionais. Isso faz toda a diferença. Assim e exatamente por ser assim essa composição, podemos, e somente nós das três chapas unificadas, com seriedade e compromisso verdadeiro, dizer: o Programa que apresentamos aos filiados, se aprovado pelo voto, será cumprido.

O Programa está completo, ao partir de uma compreensão nacional da entidade, expressa pelo Programa Unidade Nacional, se detalha com o realce de preocupações e soluções para reivindicações históricas da categoria.

Faz mais. Apresenta um conjunto de propostas para Mudar, fazer o Novo com a inadiável Modernização do Sinal, colocando-o com clareza e atualidade no século XXI, tudo consubstanciado na Carta-Programa Conjunta.

É a diferença de votar numa proposta isolada sem garantia de realização,
comparada com uma proposta ótima e completa de realização segura e nacional. As três chapas podem garantir, se receberem o seu voto.

Além do conteúdo programático, declaramos o nosso papel de direção sindical. Será o de cumprir com a responsabilidade da representação, levando as reivindicações a cada autoridade, defendendo os servidores do Banco Central, apresentando análise do contexto da atuação sindical, e, principalmente, será o de organizar a ação da categoria, com papéis próprios para ativos e aposentados, pois, no âmbito dos sindicatos dos servidores públicos, a visibilidade da categoria para o alcance do objetivo comum é de fato a força política que vence e conquista.

Este conjunto de propostas está sendo levado à votação nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, simultaneamente. É o único com essa abrangência.

Está no voto dos filiados dessas três cidades dizerem o Sinal que queremos para habilitá-lo à conquista das reivindicações.

Avalie a possibilidade de dar o seu voto, conforme a cidade em que Você está filiado:

Muda Sinal! – São Paulo

Novo Sinal – Rio de Janeiro

Representatividade e Modernização Sindical – Brasília

CPSS – Injustiça

Um absurdo, uma crueldade, assim definimos a contribuição previdenciária dos servidores públicos aposentados e seus pensionistas. Qual o benefício para esses que continuam a pagar a CPSS? Nenhum! Quando mais precisamos, na terceira idade, os aposentados e pensionistas são vítimas de um confisco, perdendo remuneração.

Embora os argumentos para criar a contribuição desse segmento já tenham caído por terra, vale enfatizar que a sistemática proposta pela PEC 555/2006 protege o caixa do Tesouro, ao assegurar redução gradual do desconto a partir dos 60 anos.

Assim, a contribuição excedente permanecerá até que o aposentado atinja essa idade, quando se inicia o processo de redução gradativa, à razão de 20% para cada ano decorrido, extinguindo-se quando o aposentado completar 65 anos, porém isso ainda NÃO FOI VOTADO.

A PEC 555/2006 está pronta para votação e aprovação pelo Plenário da Câmara Federal.

É chegada a hora de o nosso Parlamento defender quem deu o seu suor e a sua vida pelo serviço público do país. E vários foram os pedidos de parlamentares de colocar o assunto em pauta, e nada aconteceu.

Teremos muito que lutar para alterar essa situação, contaremos com a participação de cada um dos filiados para alcançarmos o sucesso nessa ação sindical.

A união é a nossa força.

Muda Sinal! – São Paulo

Novo Sinal – Rio de Janeiro

Representatividade e Modernização Sindical – Brasília

QVT – Qualidade de Vida no Trabalho

É muito importante dizer que os especialistas já mostram extrema preocupação com a qualidade de vida e especialmente a qualidade de vida no trabalho pós crise Covid-19.

Precisamos lembrar que a sanidade ou saúde mental de todos nós é o conjunto da saúde mental das várias áreas das nossas vidas.

No pós Covid-19, é esperado que os adoecimentos mentais tenham um acréscimo para além do que já se tem hoje estatisticamente de crises de depressão e de crises ansiosas (para citar as principais). Há uma expectativa, por parte dos especialistas, de que as pessoas que terão sequelas e as que terão que conviver e ou cuidar dessas, também precisarão de suporte. Além, é claro, das síndromes de estresse pós traumático.

Estamos todos funcionando no modo automático, nos adaptando a essa tempestade que é essa pandemia. Estamos todos nos segurando, como podemos, emocionalmente e vendo amigos, colegas e parentes naufragarem. Tudo isso, além das consequências econômicas na qual estaremos todos submergidos, compõe um cenário que quem está à frente do Sindicato, terá que ter um olhar de muito cuidado.

O próprio trabalho remoto ou o teletrabalho, fora do contexto de uma pandemia, já registrava um incremento de assédio moral, por exemplo. Imagina agora, onde todos, inclusive os gestores, são parte e obviamente são afetados.

Nós, das Chapas Muda Sinal! Novo Sinal e Representatividade e Modernização Sindical, contamos com pessoas que têm conhecimento, formação e experiência em Gestão de Pessoas e capacidade de um diálogo em nível técnico sobre essas questões. Estamos atentos e firmes também para a Avaliação de Desempenho que, da forma como está, exacerba a competitividade e afeta sobremaneira o clima organizacional, e abre portas para uma avaliação com critérios subjetivos e injustos ao servidor.

No dia 14/04 haverá eleições.

A união é a nossa força.

Muda Sinal! – São Paulo

Novo Sinal – Rio de Janeiro

Representatividade e Modernização Sindical – Brasília

BC Saúde

Como é sabido, ao longo do tempo, por motivos diversos, o PASBC (novo nome: BC Saúde) deixou de ser considerado um programa de saúde que atendia, se não plenamente, mas de modo bastante satisfatório, às nossas necessidades em matéria de atenção à saúde. A recente elevação substancial dos valores mensais de contribuição afetou de forma significativa o orçamento dos servidores, situação que foi ainda mais agravada pela debandada de grande número de credenciados, que se recusaram a continuar prestando atendimento aos funcionários, seja pelo baixo valor do pagamento de seus serviços, seja pela demora na efetivação do crédito das importâncias que lhes eram devidas, seja por uma conjugação desses fatores negativos. Como decorrência dessa situação, os servidores, para não deixar de cuidar da saúde, se viram obrigados a procurar profissionais (médicos, clínicas, dentistas etc.) que não constam do rol de credenciados, sempre mediante pagamento integral dos serviços e em quantias sabidamente superiores às suas possibilidades financeiras, já reduzidas pelo aumento da contribuição mensal.

Diga-se de passagem, que o recente reajuste de mensalidade foi implementado com base em pesquisa de mercado realizada pelo Banco, mas que, ressalte-se, não teve os cuidados e o aprofundamento que merecia assunto de suma relevância para todos os servidores, principalmente os de idade mais avançada.

O Banco reajustou os valores das mensalidades e, até onde se sabe, não foram sanadas as falhas na gestão, tanto assim que, sem embargo das dificuldades impostas pela pandemia e pelo sistema de “home office”, o prazo para processamento dos pedidos de ressarcimento continua, em média, pelo menos por enquanto, a ser de 60 dias.

Um ponto fundamental sobre o BC Saúde é manter o conceito e prática de programa de saúde e rechaçar toda concepção e comparação a plano de saúde, aplicável a serviços análogos da iniciativa privada.

O BC Saúde tem que estar nas obrigações trabalhistas do Banco Central, e nunca como prestação de serviço autônomo à relação laboral. Sua administração terá que continuar exclusivamente sob a responsabilidade do Banco Central. Afastemos ameaças.

Diante desse quadro de dificuldades e desafios, adotaremos posição firme e constante pela melhoria dos serviços prestados pelo BC Saúde, pois é de se supor que o incremento de receita, decorrente da elevação significativa das contribuições mensais, acrescido das melhorias da gestão tão necessárias irão permitir sejamos profissionais credenciados remunerados em bases mais favoráveis que as atuais, reconhecidamente defasadas, e, assim, se possa recuperar o credenciamento dos que optaram por não mais nos atender, bem como, muito possivelmente, venham a ser credenciados novos profissionais e prestadores de serviços.

Grandes números do Programa BC Saúde

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO

Nº ÍNDICES/2018=100

2018201920202019/20182020/20192020/2018
RECEITAS DE CONTRIBUIÇÕES100,0148,4175,948,4%18,5%75,9%
DESPESAS DE BENEFÍCIOS100,0109,189,29,1%-18,3%-10,8%
RESULTADO NO EXERCÍCIO
(BASE 2019 = 100 FATO DEFICIT 2018)
100,0431,0331,0%
Fonte: Portal BC Saúde

Este texto foi elaborado em conjunto pelas chapas:

Muda Sinal! – São Paulo

Novo Sinal – Rio de Janeiro

Representatividade e Modernização Sindical – Brasília

PELA INTEGRAÇÃO DO FILIADO

Nosso salário é nacional,

As regras funcionais do trabalho são nacionais,

Nossa carreira é nacional

As leis que nos regem são nacionais …

O Conselho Nacional é nacional, mas apesar de tudo isso,

Você, filiado, SÓ VOCÊ ESTÁ REGIONAL!

A ÚNICA proposta apresentada nestas eleições do Sinal que acaba com esse isolamento do filiado, dentro da Entidade, e que inaugura uma nova experiência sindical para todos, é o Programa Unidade Nacional dos filiados, baseado na Democracia Direta.

Esse é a única esperança para a integração dos filiados, condição vital para conquistar as reivindicações.

Internamente ao Sindicato, não precisaremos de intermediários, com a unidade nacional dos filiados. Isso é uma verdade para todos nós. A Mudança no Sinal somente depende do seu voto com vontade democrática.

O futuro para acabar com o isolamento, integrar o filiado e habilitar o Sinal às conquistas desejadas e necessárias, está bem próximo. Começa dia 14/04.

Vote Chapas:

Muda Sinal! – São Paulo

Novo Sinal – Rio de Janeiro

Representatividade e Modernização Sindical – Brasília

Sejamos sujeitos ativos da nossa história

TRANSIÇÃO DO SISTEMA ELEITORAL NO SINAL

As organizações e as sociedades têm transitado de um patamar A para um patamar B, em intervalos de tempo cada vez menores. É bem provável que, em breve, vivamos numa permanente transição. A transição torna as estruturas menos rígidas, as regras mais mutáveis e exige de nós adaptações.

No Sinal é de se esperar processo semelhante. Por 35 anos estamos na estrutura de eleição regional, a partir da qual forma-se a direção nacional. Esse modelo, outrora muito bom, se esgotou, quer por tornar-se obstáculo ao atingimento dos objetivos dos filiados (fruto do processo de monopolização e isolamento), quer por restringir-se a ouvir os filiados basicamente em épocas eleitorais (observaram quantas iniciativas eleitoreiras recentes?). É o modelo da democracia representativa restrita.  A porta do Banco, movimentação física, era o centro de referência da categoria e que foi destruída como tal. Os diretores são verdadeiros curingas: a mesma pessoa ocupa sucessivas e diferentes diretorias, decorrente da ideia de que o discurso político basta, como centro da verdade, das soluções e se torna esperança… vã. Espero que as eleições em 2021 sejam as últimas nesse modelo.

Visualizo as seguintes transições:

1ª. Transição: Do modelo atual para a ELEIÇÃO DIRETA NACIONAL, quando os filiados estiverem unidos nacionalmente, não apenas para serem ouvidos, mas por assumirem o Sinal como seu. A UNIFICAÇÃO DOS FILIADOS SERÁ O CENTRO DO PODER DO SINDICATO, no universo digital, e organizará a ação sindical nacionalmente e, em decorrência, elegerá a respectiva direção. Modelo da Democracia Direta. Será ainda transitoriamente com chapa e a rigidez atuais: chapa com diretores fixos e mandato de dois anos.

2ª. Transição: Do modelo de eleição direta nacional para eleição de diretores por meta do sindicato. Atingida a meta ou a sua frustração, encerra-se o mandato. Vai se excetuar a isso a administração do Sindicato que observará regra específica. Os dois anos serão o máximo do mandato e, em muitas ocasiões, não chegará a esse tempo. DIRETORES POR OBJETIVO. A escolha será pela competência específica, com a prevalência do conhecimento. O conhecimento e a ação política no mundo digital serão o centro da verdade e da busca das soluções.

Em síntese: A transição será do fixo para o flexível, do regional para o nacional, do mandato referenciado em prazo para o referenciado em objetivo, da direção sindical que promete fazer para o coletivo que faz, do estrito discurso político para o conhecimento e a ação política, do poder de um para o poder de todos, do físico para o digital.

Para isso, precisamos eleger as chapas que assumem o Programa Unidade Nacional-Democracia Direta.

O futuro está muito próximo. Começa dia 14/04.

Paulo Eduardo de Freitas

Sejamos sujeitos ativos da nossa história.

O FUTURO ESTÁ PRÓXIMO

A evolução é possível. Começará dia 14/04. Veja na tabela

“Como será o Sinal” versus “Como é Hoje”. O seu voto decidirá: qual você escolhe?

COMO SERÁ O SINAL (plural)COMO É HOJE (monopólio)
1. Unificação nacional permanente dos filiados, para falarem e decidirem entre si (AGN-virtual).1. Os filiados não podem falar uns com os outros! Todo discurso é monopólio do CN, pelo Apito Brasil.
2. A criação de um centro de referência nacional, em plataforma virtual. Tornará desnecessária a isolada assembleia física na porta do Banco.2. Não tem.
3. A Assembleia será assembleia!3. A AGN é monopólio do CN. Véspera da eleição fizeram um esboço de “AGN-eletrônica”.
4. A categoria organizada e mobilizada.4. O CN monopoliza. Substitui a categoria.
5.Proativo, com planejamento estratégico.5. Reativo e de última hora.
6. Ativos e Aposentados organizados para atuar pela Internet em temas institucionais.6. Nada tem a respeito.
7. Legitimação constante das ações e das declarações do Sinal.7. Monopólio do CN. Só levam à legitimação, por referendo, se imperativo pelo estatuto.
8.Democracia Direta, complementada pela Democracia Representativa.8. Democracia Representativa restrita.

CN – Conselho Nacional do Sinal.

AGN-v Assembleia Geral Nacional virtual.

EXPERIÊNCIA NA DEFESA DA PARIDADE. O QUE PRECISA MUDAR NO SINAL

Os Conselhos Nacionais-CNs que governaram o Sinal desde 2013 não deram a devida atenção à defesa da Paridade, mesmo com posições pessoais a favor da Paridade de membros dos CNs.

Primeira parte

Dou meu testemunho. Em consequência, foram os aposentados que tiveram a iniciativa de organizar autonomamente, com a participação relevante de muitos servidores da ativa, o movimento desse segmento da categoria, pautando esse direito na agenda do sindicato. Foram dois grandes movimentos o de 2015 e o de 2019. Muitos dos que aqui leem são testemunhas.

Em 2019, com apenas um celular, vejam só, um celular, o movimento, vitorioso até então (desafios ainda existem), juntou quase 2.000 colegas, e entre 1.300/1.400 colegas mantiveram-se reunidos por mais de 100 dias, demonstrando a enorme capacidade de mobilização da categoria. O movimento foi organizado pelos princípios da Democracia Direta. Conceitos e práticas juntos.  

Os CNs, no período de 8 anos, e com 11 grandes estruturas (comparem a diferença de recursos), não conseguiram fazer demonstração igual, nem para temas como salário, o PASBC (novo nome: BC Saúde) e a busca da autonomia do BC. Por que motivo houve essa enorme diferença na mobilização da categoria?

Segunda Parte – proposta

Porque, entre outros fatores, os CNs têm demonstrado um conceito não adequado sobre entidade sindical e dele derivam adversidades, em especial a do método de direção sindical. É exatamente esse conceito e seus efeitos que, entendemos, devem ser substituídos no Sinal, se quisermos ter mobilização e potencial sucesso em nossos objetivos.

Vejam que, mesmo com muita transpiração por parte do CN, tão divulgada, o envolvimento da categoria deixou de acontecer, ainda que para isso tenham concorrido vários fatores. Os resultados positivos foram apenas pontuais. Os grandes temas permanecem pendentes.

Advogo a necessidade de substituir conceito e método, e não necessariamente pessoas. Entretanto dadas as posições recalcitrantes, a troca de pessoas torna-se imperativa, onde houver escolha. Portanto integrantes do CN aderentes à substituição proposta não precisam ser mudados (caso contrário, sim).

A proposta Programa Unidade Nacional dos filiados, baseada na Democracia Direta, traz uma adequada conceituação sobre entidade sindical e aponta práticas corretas de direção, várias vezes demonstradas na nossa trajetória sindical. Vimos isso na história da AFBC, nos muitos primeiros anos do Sinal, nos recentes movimentos de defesa da Paridade e no esforço da AGN dos filiados pela redemocratização. Esse é o centro da decisão nestas eleições dia 14/04. É a grande mudança inadiável e possível.

Depende somente do voto do filiado. Cabe a ele escolher o ponto focal de mudança. Cabe a ele escolher por quais conceitos e caminhos o Sinal deverá ser governado, isto é, se pelos atuais, com dificuldades de mobilização e de resultados (ficar na mesmice), ou pelos novos reapresentados, de potenciais chances de sucesso. Capacitemos o Sinal para vencer com o Programa Unidade Nacional dos filiados-Democracia Direta.

O futuro está bem próximo. Começa dia 14/04.

Paulo Eduardo de Freitas

Presidente Nacional da AFBC e do Sinal

Um dos coordenadores do movimento em Defesa da Paridade (2015 e 2019) Criador da proposta e movimento Democracia Direta no Sinal e um dos coordenadores